Pois é. Tenho uma amiga que fala que eu sou louco, que não sou normal. Concordo e discordo. Tenho horror à gente normal. Deus me livre de ser normal. Mas louco? Será que EU sou louco. Bem, certo eu não sou, mas eu trabalho, tenho uma filha que eu amo e me ama, tenho bons amigos, sou honesto.
Tenho alguns gostos estranhos, é verdade. Vontades que não são comuns: a cada mês diferente eu tenho vontade de ir morar em um lugar diferente do Brasil ou do mundo, já troquei de curso umas dez vezes (e continuo no mesmo), entre outras situações cotidianas que a ação não é considerada normal. Então fiquei pensando qual o parâmetro que ela estava usando para ter essa opinião. Imaginei costumes familiares, mas todo mundo acha que na sua família só tem louco, não deve ser. Talvez alguma orientação religiosa, cultura criada por freqüentar algum culto? Não...
Só pode ser então nos exemplos que nós temos todos os dias das pessoas que nós confiamos, nossos líderes, ídolos. Pois bem, é mais plausível. Me comparei aos grandes líderes do mundo.
George W Bush: bom, se eu sou louco perto desse cara alguém me suicida, por favor...
Barack Obama: bom esse é mais são... o que? Ele ainda não saiu do Afeganistão e do Iraque? Ta, pula.
Hugo Chaves: bom, estatizou tudo que podia sem ter condições de assumir, ajuda um bando de traficantes em outro país, disse que pode declarar guerra contra a Colômbia... opa tava falando do Bush... não? Bah, já me confundi.
Lula: fala palavrão, tem uma maneira estranha de se comportar em cerimônias que exigem mais etiqueta, tem idéias loucas e megalômanas, é mandão, grosseiro... ééééé, talvez passe.
Sem falar dos mensaleiros, dos prefeitos de obras superfaturadas e dos policiais corruptos... Certo, são é locos é de sem vergonha.
Me comparei então com os grandes ídolos da atualidade. Aquele cara do 24 horas. Porra, o cara é preso por dirigir bêbado, expulso das boates por arranjar confusão novamente bêbado, não pára com mulher nenhuma... e a atriz acusada de roubo de um amigo, Lindsay Lohan. Faltou dinheiro, coitadinha... que exemplo. Então quem sabe um cantor? Música sempre traz bons exemplos, com exceção é claro do cara que bate na mulher, ou daquela que se internou e fugiu uma duas vezes, a Amy Winehouse. Ou o funk? Putz, me puxei.
.Tatudoerradonessaporra!!!!!!!! To loco então
Bom, na média ainda sou são, espero.
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