quarta-feira, 31 de março de 2010

O melhor e o pior

A cada jogo que passa a discussão é a mesma: será que esse técnico está a altura do time? Isso é independente de quem treina e também independente do time. O futebol é muito cliche. Há pouco tempo era o técnico do co(-)irmão que enfrentava seu inferno astral (sic). Era um treinador muito inexperiente para o time do Grêmio. Não tinha a cara gaúcha.
Agora o Inter tem o 9º melhor treinador do mundo (grande merda) e tem seu trabalho contestado. Mas a história se repete, só que a força deixa a história mal contada. Bastou uma vitória do Inter na Libertadores que Fossati voltou a ser um dos melhores treinadores do mundo! Foi o grande responsável pelo belo resultado sobre a valorosa equipe do Cerro do Uruguai (vou parar de rezar). Ainda bem que assisti o jogo tomando uma bela Ypióca.

Ainda virão muitos altos e baixos na temporada para os dois times gaúchos, mas uma coisa é certa: nenhum dos dois técnicos terá o reconhecimento necessário da crítica desportiva bairrista do trabalho realizado ao longo do tempo. O futebol no Brasil é assim, imediatista. Não precisa entender de futebol, se fizer algum milagre já ta bom.

Relembremos: o feito mais importante garganteado até hoje pelos gremistas foi a conquista da segunda divisão (de forma espetacular), conhecida como a Batalha dos Aflitos. Mano Menezes não treinou aquele time, fez macumba, trabalho ou seja lá o que for. É um bom treinador, mas não teve nada a ver com isso. No ano posterior, outro milagre. Com aquele time cansado e sem plantel, foi vice-campeão brasileiro.

Inter: Abel? Gol do Gabirú? Não vou falar mais nada!

Preciso de um gole
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